Artesã de RO produz e ensina como transformar retalhos de tecido em fonte de renda
No ateliê de Alessandra Masso, em Porto Velho, 'restos' viram objetos como necessaires e almofadas. Lucro varia de 80% a 100%.
Com pequenos retalhos de tecido, a artesã Alessandra Masso transforma aquilo que muitos jogariam fora em fonte de renda. Em seu ateliê em Porto Velho, os "restos" viram almofadas, necessaires e até suporte para pipoca e bebida. "Foi algo que busquei para me entender, me distrair, ocupar a mente", disse.
O gosto pela costura vem desde criança. À Rede Amazônica, Alessandra contou que observava a avó costurar e queria compreender como funcionava cada processo dela frente a uma máquina de costura.
Tudo começou quando a artesã, ainda pequena, passou a costurar roupas para bonecas. "Já na fase adulta, eu fazia barra da calça, apertava, fazia pequenos ajustes", relembrou.
O hobby se tornou negócio depois que passou por um período onde teve depressão e decidiu buscar alguma atividade para ocupar a mente. O primeiro passo dado por ela no ramo foi desmontando uma necessaire para compreender o processo desde a primeira costura.
"Eu vi uma necessaire, gostei, desmanchei e, a partir dela, fui fazendo outras e criando novos modelos. As pessoas começaram a gostar, começaram a comprar e aí comecei a vender", explicou, orgulhosa.
Questionada sobre o lucro, Alessandra garante que varia de 80% a 100%. "Também faço vídeos de passo a passo de algumas peças nas redes sociais. Tem vídeos rápidos a mais detalhados, ensinando como cortar tecido, por exemplo, costurar e até modelar a peça", indicou. Ensino repassado
Com pequenos retalhos de tecido, a artesã Alessandra Masso transforma aquilo que muitos jogariam fora em fonte de renda. Em seu ateliê em Porto Velho, os "restos" viram almofadas, necessaires e até suporte para pipoca e bebida. "Foi algo que busquei para me entender, me distrair, ocupar a mente", disse.
O gosto pela costura vem desde criança. À Rede Amazônica, Alessandra contou que observava a avó costurar e queria compreender como funcionava cada processo dela frente a uma máquina de costura.
Tudo começou quando a artesã, ainda pequena, passou a costurar roupas para bonecas. "Já na fase adulta, eu fazia barra da calça, apertava, fazia pequenos ajustes", relembrou.
O hobby se tornou negócio depois que passou por um período onde teve depressão e decidiu buscar alguma atividade para ocupar a mente. O primeiro passo dado por ela no ramo foi desmontando uma necessaire para compreender o processo desde a primeira costura.
"Eu vi uma necessaire, gostei, desmanchei e, a partir dela, fui fazendo outras e criando novos modelos. As pessoas começaram a gostar, começaram a comprar e aí comecei a vender", explicou, orgulhosa.
Questionada sobre o lucro, Alessandra garante que varia de 80% a 100%. "Também faço vídeos de passo a passo de algumas peças nas redes sociais. Tem vídeos rápidos a mais detalhados, ensinando como cortar tecido, por exemplo, costurar e até modelar a peça", indicou. Ensino repassado
Além do trabalho como artesã, Alessandra dedica um pedaço do tempo para repassar o que sabe a quem precisa e tem interesse com oficinas. Uma das alunas dela é a Luciana Silva Sena, que garante que o trabalho é mais fácil do que se imagina.
"É uma experiência muito boa, principalmente eu que não tinha nem coordenação motora. Agora, a gente aprende a fazer. São peças baratas e fáceis de fazer".
O caso de Solange Alves, outra aluna de Alessandra, envolve também questão de saúde. Segundo a aprendiz, entender e executar um trabalho como esse tem sido "uma terapia". "Vim indicada por uma médica, tratamento da menopausa e eu fiquei deprimida quando entrei na menopausa tem três anos e ela me perguntou o que eu nunca tinha feito na minha vida. Eu disse que nunca tinha costurado. Foi quando ela pediu que eu fosse fazer isso. Hoje eu melhorei muito, a minha auto estima está melhorando", explicou.

Além do trabalho como artesã, Alessandra dedica um pedaço do tempo para repassar o que sabe a quem precisa e tem interesse com oficinas. Uma das alunas dela é a Luciana Silva Sena, que garante que o trabalho é mais fácil do que se imagina.
"É uma experiência muito boa, principalmente eu que não tinha nem coordenação motora. Agora, a gente aprende a fazer. São peças baratas e fáceis de fazer".
"Estou com vontade de viver de novo. Pegar esses retalhos pequenininhos, transformar em algo é um prazer muito grande", contou Solange.
"Estou com vontade de viver de novo. Pegar esses retalhos pequenininhos, transformar em algo é um prazer muito grande", contou Solange.




PESQUISANDO CURSOS DE COMO COSTURAR.... ACABEI ME DEPARANDO COM ESSA HISTÓRIA
ResponderExcluirMUITO BACANA DESSA SRA. DE REAPROVEITAR TECIDOS DESCARTÁVEIS ,SEM USO QUE IAM PARA O LIXO, ACOMPANHEI A HISTÓRIA DELA E GOSTEI ,MUITO ELAS ESTÃO DE PARABÉNS.....